who?
i don't touch you the way I used to, i don't call and write when im away, we don't make love as often as we did do, what couldn't wait now waits and usually goes away, but listen and think when i say it, oh but listen and think when i say it, who makes you feel the way that i make you feel, who loves you and knows you the way i do, who touches you and holds you quite like i do, who makes you feel like i make you feel, i don't mind if you come home late, i don't ever ask you where you've been, i just assume there's a problem will you tell me. being weak when i am strong, being seen, who you are, being sad and love's not alone.
miss u :/
- Postado por: Alana às 19h29
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thomas parte VIII
o advogado passou num concurso e ia se mudar p/ puta que pariu, p/ comemorar, fez um churrasco de despedida, eu tive que ir. quando estava indo embora ele me pegou e me beijou. eu nao tentei fugir, foi só um beijo, insignificante, eu nao ia vê-lo novamente mesmo, nao faria diferença alguma na minha vida. mas o desgraçado era "amigo" de tom, eles tinham ficado amiguinhos no natal anterior quando se conheceram e o assunto preferido deles era a alana. o advogado falou com tom que tinha me beijado no fim do churrasco e achava que eu ainda gostava dele e o pior que tom acreditou, mesmo sabendo, ou melhor, tendo certeza de que eu nao gostava, nem nunca gostei do advogado. e o que aconteceu? outra briga histórica. tom ficou muito puto comigo, eu respondi no mesmo nível e tivemos o segundo maior barraco da história. tentei falar com ele de todas as formas possíveis, mas ele tinha me bloqueado no msn, no email e nao atendia minhas chamadas. eu já tinha perdido as esperanças, quando na enésima tentativa de falar com ele via telefone ele me atendeu. eu nao acreditei que ele tinha atendido e a primeira coisa que eu disse, sem pensar em nada, mais nada além de não querer perdê-lo outra vez foi falar: "quer casar comigo?" e cinematograficamente ele respondeu que nunca poderia falar não p/ melhor amiga dele. e estávamos noivos, ou algo parecido, ninguem acreditou, só minha avó. começamos a fazer planos, como seria a casa, a festa, o que íamos fazer depois de casados, quantos filhos teríamos... em dezembro ele veio me ver, ele e minha avó. eu nao gosto de beijos, abraços ou qualquer tipo de demonstração de afeto em público e estávamos morrendo de vergonha. era estranho voltar com ele depois de tudo e era mais estranho saber que a gente ia se casar, não dava, o "primeiro" beijo foi só depois de uma semana e outras coisas demoraram ainda mais. minha família duvidava que a gente estivesse falando sério sobre casameno porque 70% das vezes que a coisa esquentava entre a gente era porque estávamos brigando. além disso, as coisas estavam bem estranhas: eu que tinha pedido ele em casamento e esse, teoricamente, é o papel do homem; não existia nenhum anel; e ele nao tinha se pronunciado p/ meu pai sobre essa história toda. então, dia 25 de dezembro, meia noite do dia 25 de dezembro, com toda minha família reunida (toda família mesmo: pai, irmãos, tios, primos e avó) tom resolveu o problema: da forma mais clichê e boba possível ele se ajoelhou e fez o pedido ali mesmo, na frente de todo mundo, em português: "alana, casa comigo?". eu morri de vergonha, quis sumir, falar não, ou qualquer coisa p/ diminuir o "mico", mas qualquer coisa que eu falasse que nao fosse "sim", faria com que meu pai me deserdasse. então eu aceitei a porra do anel e abracei o filho da puta que conseguiu me deixar da cor do meu vestido naquela noite. e oficialmente estava noiva. já quis jogar o anel na cara dele mil vezes, mas tom consegue ficar irresistivelmente fofo depois de uma briga. olhando apavorado com aqueles olhinhos azuis, tentando segurar minhas mãos, quase implorando p/ que eu nao faça isso. fora as vezes que eu fico puta com ele e tenho vontade de socá-lo e ele me segura pelos pulsos, me aperta e me beija e faz as coisas parecerem menos piores do que realmente são. tem também as vezes que ele é tão romantico, que eu tenho vontade de bater. que outro homem na face da terra, fica conversando com os ovários da noiva e beijando-lhe a barriga? esse tipo de palhaçada eu não gosto, mas por ele fazer com tanto carinho, eu tenho dó de brigar. e ele faz tudo por mim, não só por mim, mas pela família que queremos ter, seria injustiça brigar ainda mais com ele. tudo bem que a gente briga 14 horas por dia e nem sempre sou eu quem começa, mas eu sei que tem coisas que ele nao merece ser punido. por mais que ele seja um traste, besta, capacho e que nunca me defende, ele tem lá suas qualidades e são por elas que eu aguentarei os próximos 75 anos ao lado dele.
- Postado por: Alana às 13h01
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carnaval 2008

eu fui!
- Postado por: Alana às 13h12
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